Jair Bolsonaro é o mandante do assassinato de Marcelo Arruda
"Bolsonaro deve pagar por mais este crime antes que outras famílias percam os seus respectivos pais", escreve Cesar Calejon
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Por César Calejon, para o 247
No dia 3 de setembro de 2018, Jair Bolsonaro instruiu, deliberadamente, os seus seguidores com a seguinte orientação: “vamos fuzilar a petralhada (...)”. Na madrugada de hoje, em Foz do Iguaçu, o agente penitenciário Jorge José da Rocha Guaranho levou a cabo a ordem de Bolsonaro.
Tomado pelo ódio político que o bolsonarismo disseminou no Brasil ao longo dos últimos anos, Guaranho invadiu uma festa e matou a tiros o próprio aniversariante, o guarda municipal Marcelo Arruda, que era filiado ao PT e fazia uma comemoração temática com bandeiras e cores do partido.
Agindo em legítima defesa, Arruda revidou. Neste contexto, Bolsonaro é o mandante intelectual do homicídio doloso que vitimou Arruda.
André Alliana, amigo de Arruda, disse ao UOL que Guaranho chegou em um carro branco, com a mulher no banco de trás, segurando um bebê de colo. Tal fato serve para colocar em perspectiva o nível de ódio e debilidade mental que acometem os bolsonaristas a essa altura.
Levar um bebê de colo e a própria mulher para a cena de um crime premeditado é algo impensável mesmo entre assassinos. Arruda deixou a mulher e quatro filhos, incluindo um bebê.
No Brasil, o artigo 29 do Código Penal prevê que “(...) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade”.
Neste caso, existem provas sólidas, que estão gravadas em vídeos e fotos, considerando a atuação do mandante e do executor, que está morto. Bolsonaro deve pagar por mais este crime antes que outras famílias percam os seus respectivos pais.
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