Herodes não morreu!
Adotando um modelo segregador que vem escalonando o desemprego e deixando o trabalhador cada vez mais à mercê do empresário, o atual governo golpista vem massacrando a economia e atendendo a interesses próprios. Este sistema adotado tem provocado uma avalanche de catástrofes de cunho econômico e social
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Adotando um modelo segregador que vem escalonando o desemprego e deixando o trabalhador cada vez mais à mercê do empresário, o atual governo golpista vem massacrando a economia e atendendo a interesses próprios. Este sistema adotado tem provocado uma avalanche de catástrofes de cunho econômico e social.
A falta de investimentos em políticas públicas e o desmonte na educação são geradores fortes para provocar o aumento da violência.
Ignorante a este resultado, o governo golpista, com interesses eleitoreiros, oferece como "ajuda" ao Estado do Rio de Janeiro, o uso das forças armadas, na denominada Intervenção Federal.
Se, para alguns, a solução é agir através da força e da opressão para grande maioria esse tipo de medida tem como significado acordar sob trovões de rajadas, se esgueirar entre becos no caminho entre a casa e o trabalho ou a escola, e passar por revistas humilhantes.
As crianças, hoje, que são o futuro do país, necessitam e buscam seu desenvolvimento através da escola e se encontram numa situação de total exposição ao perigo.
"A educação é a semente que, germinada, dará frutos que poderão salvar o país do açoite neoliberal".
A proposta desta atual gestão se aproxima da interpretação do extermínio.
O desmonte promovido na educação, onde várias escolas vêm sendo fechadas, promove a evasão escolar que inviabiliza qualquer possibilidade de ascensão das classes pobres, que têm direito ao ensino público e que precisam dele. O desmonte mata sonhos e perspectivas.
No que concerne o avanço da violência, a solução encontrada, descrita acima, pode ser chamada de parque dos horrores! Vidas humanas são expostas ao juízo de quem aperta o gatilho sob o aval do Estado.
A drástica decisão de resolver o problema da violência (problema este que tem como uma de suas causas o sistema neoliberal excludente) com violência só vem aumentando o índice de óbitos causado por balas perdidas e assassinatos.
O modo violento adotado pelo Estado vem provocando uma sensação de guerra civil, e o que é pior, a triste constatação de que o poder público vem criminalizando e aplica uma dura pena àqueles que, por conta de um histórico de abandono social, sobrevivem à margem da sociedade.
Adultos e crianças que acordam todos os dias cedo para uma rotina árdua, enfrentando péssimas condições de transporte coletivo, que vão à escola , que sofrem com o sucateamento de todos os serviços públicos, provocados por um governo que coloca a educação em segundo ou terceiro plano, se reerguem rotineiramente e não desistem de ir em busca de um futuro melhor, um futuro que lhe garanta dignidade e respeito .
Essas vidas humanas vem sendo massacradas, exterminadas, o esmagamento não tem direção pra vir nem horário. Pela frente, por trás ou por cima!
As crianças, estas, vem perdendo o seu direito de ir à escola, o extermínio é no caminho, em casa ou dentro da própria escola.
"A bala perdida parece que vem viciada a caçar o pobre, o favelado."
Favela não é lugar de caça! Nossas crianças não são patinhos num parque de diversões que servem de tiro ao alvo! Favela é sinônimo de resistência, de um povo que, apesar de todo o sofrimento, não perde a força e a garra de acordar e encarar todos os dias as barreiras cada vez mais difíceis de ultrapassar.
Essas vidas humanas ainda sofrem com o ataque das "fake news" que, cheias de ódio, insensibilidade e falta de humanidade, tentam criminalizar e justificar tais assassinatos. Em tempos de fascismo, a cor da pele ou o local onde reside se tornaram condições fáceis para apresentação de álibi.
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