Escancararam de vez o Estado de exceção no Brasil, mas Lula é candidatíssimo

Com a criminalização, perseguição e prisão ilegal de Lula, as elites irresponsáveis, vira-latas e desumanas deixam claro seu ódio secular ao povo brasileiro, que não tem o direito de decidir seu próprio destino. Tirar Lula do jogo é dar o golpe de morte na Democracia. É excluir o primeiro em intenções de voto. É fraudar as eleições

Com a criminalização, perseguição e prisão ilegal de Lula, as elites irresponsáveis, vira-latas e desumanas deixam claro seu ódio secular ao povo brasileiro, que não tem o direito de decidir seu próprio destino. Tirar Lula do jogo é dar o golpe de morte na Democracia. É excluir o primeiro em intenções de voto. É fraudar as eleições
Com a criminalização, perseguição e prisão ilegal de Lula, as elites irresponsáveis, vira-latas e desumanas deixam claro seu ódio secular ao povo brasileiro, que não tem o direito de decidir seu próprio destino. Tirar Lula do jogo é dar o golpe de morte na Democracia. É excluir o primeiro em intenções de voto. É fraudar as eleições (Foto: Daniel Samam)


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Avança a consolidação de um Estado Oligárquico e Policialesco constituído por um consórcio antinacional formado pela Banca (capital financeiro), a Mídia (Rede Globo) e setores da burocracia estatal (Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal).

Os direitos consagrados na Constituição estão sendo literalmente atropelados por uma onda protofascista. E essa onda afeta todos os setores, onde não há comando centralizado. Seja na Polícia Federal, no Ministério Público ou no Judiciário, há a dissolução de qualquer forma de hierarquia. Em suma, as instituições não funcionam mais no Brasil.

Com a criminalização, perseguição e prisão ilegal de Lula, as elites irresponsáveis, vira-latas e desumanas deixam claro seu ódio secular ao povo brasileiro, que não tem o direito de decidir seu próprio destino. Tirar Lula do jogo é dar o golpe de morte na Democracia. É excluir o primeiro em intenções de voto. É fraudar as eleições.

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Mas convenhamos, a prisão não significa fim ou a morte política de Lula. O torneiro mecânico é um gênio. Controlou a narrativa da própria prisão. Foi arrancado dos braços do povo pela injustiça e pelo arbítrio dos que odeiam o Brasil. O roteiro da prisão de Lula pode ter transformado uma previsível morte política em uma vitória retumbante. Lula é candidatíssimo. Os que comemoram sua prisão não fazem a menor ideia do que realmente pode estar acontecendo.

Não importa o que os comentaristas da Globo, os odientos do MBL ou justiceiro Moro pensem sobre sua inocência, esta é a narrativa que venceu. Agora Lula é o Mandela, é o Gandhi. É quem ele quiser. É o sertanejo, o indígena, o operário, o sindicalista, o estudante, o padre, o catador, o camelô. Somos todos Lula. “Não pararei porque eu não sou mais um ser humano. Eu sou uma ideia, uma ideia misturada com a ideia de vocês. A morte de um combatente não para a revolução.”

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