Em memória de Elza

A poetisa Cristine Nobre Leite escreve poema sobre morte de Elza Soares, Lula e fome

(Foto: Ricardo Stuckert)


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Cipó de Aroeira

Em memória de Elza

Por Cristine Nobre Leite

 Elza que nos deu adeus
"Teve" no Planeta fome
Agressão que ainda consome
Muitos dos filhos de Deus
Um dia olhei pros meus
Brasileiros tão amados
Companheiros amparados
Com a fome em nível zero
Por isso é que hoje eu quero
Lula por todos os lados

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Do lado esquerdo do peito
Ele já está guardado
Por ter deixado um legado
E um Brasil de outro jeito
Sem ninguém ficar sujeito
A bruta fome e a miséria
Uma política séria
O Luís apresentou
E o povo bem aprovou
Ninguém soltava pilhéria

O mundo bem aplaudia
Ali estava "o Cara"
Uma figura bem rara
No cenário aparecia
Operário com energia
Pra governar a Nação
Chamando toda atenção
Do Tio Sam , da Europa
Não era como essa tropa
Que hoje é só decepção

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A nossa Elza descansa
Mas a sua voz não cala
Dentro de nós ainda fala
Alerta para mudança
Aponta para lembrança
De um tempo duro e rude
Sem alimento e saúde
Sem muito pra festejar
Precisamos avançar
Pra que nosso país mude

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