É preciso estar atento
Não se pode ignorar ou minimizar a capacidade de convencimento de um ‘Auxílio Brasil’ eleitoreiro; a blindagem de Arthur Lira a Bolsonaro e a deputados criminosos e negacionistas; a influência da mídia corporativa em defender os interesses dos capitalistas, e o poder de André Esteves de reeleger um ‘Bolsonaro calado’

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Apenas doze meses nos separam das eleições de 2022 e, apesar das ameaças ‘amareladas’ do TSE sobre punição às Fake news, o jogo vai ser sujo.
Recentes pesquisas apontaram uma leve caída no percentual de Lula, ao passo que, na mesma proporção, uma subida de Bolsonaro.
Apesar de todo mal que fez ao país, Sérgio Moro teve mais intenção de voto do que o instável Ciro Gomes. De um país que elegeu alguém da estatura aquém da superfície da terra como Bolsonaro, pode se esperar tudo.
O jogador de vôlei, Maurício Souza, demitido do Minas Tênis Clube e afastado da seleção brasileira por comentários homofóbicos por criticar a DC Comics pelo novo Super-Homem ser bissexual, ganhou oitocentos mil novos seguidores no Instagram.
Comemorando a adesão o jogador disse: "Não precisei ficar sambando em cima de cama e nem desfilando na quadra para ganhar o respeito e a admiração de vocês".
São os fascistas que andavam com meio corpo dentro do armário ganhando ‘moral’ para sair com força e carregar seus ‘heróis’ nos ombros, ou são os robôs sendo ligados na tomada?
Não se pode ignorar ou minimizar a capacidade de convencimento de um ‘Auxílio Brasil’ eleitoreiro; a blindagem de Arthur Lira a Bolsonaro e a deputados criminosos e negacionistas; a influência da mídia corporativa em defender os interesses dos capitalistas, e o poder de André Esteves de reeleger um ‘Bolsonaro calado’.
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