Em mais uma ação espetaculosa, a Polícia Federal conduziu coercitivamente o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, a vice-reitora, Sandra Goulart de Almeida e mais seis pessoas por uma suspeita de irregularidades no Memorial da Anistia, construído pela universidade
edit
Atualizado em 26 de June de 2018, 12:07
Em mais uma ação espetaculosa, a Polícia Federal conduziu coercitivamente o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, a vice-reitora, Sandra Goulart de Almeida e mais seis pessoas por uma suspeita de irregularidades no Memorial da Anistia, construído pela universidade (Foto: Reginaldo Lopes)
Em mais uma ação espetaculosa, a Polícia Federal conduziu coercitivamente o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramírez, a vice-reitora, Sandra Goulart de Almeida e mais seis pessoas por uma suspeita de irregularidades no Memorial da Anistia, construído pela universidade.
Não há qualquer razão para a condução coercitiva de dirigentes universitários, com endereços conhecidos e que não se negaram a prestar depoimento. O exibicionismo demonstra desrespeito a autonomia universitária e uma criminalização das universidades para viabilizar o processo de privatizações na área.
A operação foi nomeada como “Esperança Equilibrista”, trecho de “O Bêbado e o Equilibrista”, música símbolo do combate à ditadura, uma clara provocação a atuação do Memorial, um monumento de resistência. A retaliação é também a Minas, que se destaca como um polo resistente na luta contra o golpe.
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247