Assim não, pastor ministro!

O pastor ministro não tem se portado como ministro pastor, pelo contrário. Dá, cada vez mais, testemunho de que é herdeiro dos que criaram o apartheid

Milton Ribeiro
Milton Ribeiro (Foto: Reprodução)


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O pastor, ministro da educação, tudo indica, não pode ser tido, nem de longe, como um ministro pastor.

Um pastor sabe que todos somos iguais, e o sabe por revelação: Deus criou a espécie humana à sua imagem e semelhança.

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E o sabe por teologia, o princípio da igualdade se sustenta no amor indiscriminado da Trindade por todos os seres humanos, o que nos iguala a todos e nos destina à equidade no trato e nos acessos.

Mas o pastor ministro, de fato, não tem se portado como ministro pastor, pelo contrário, dá, cada vez mais, testemunho de que é herdeiro dos que criaram o apartheid.

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A declaração atribuída a ele, de que a universidade não deve ser para todos, dá testemunho de discriminação.

A universidade deve ser para todos, é o dever de um ministro pastor, agora, se todos irão ou não para a universidade é decisão de cada um.

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Agora, quando quem deveria garantir universidade para todos diz que a universidade deve ser para alguns, temos de deduzir que tal gestor não vem para ajudar, mas para impedir.

E a quem impedirá? Aos pretos ou aos indígenas, ou aos empobrecidos ou a todos estes?

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Ou aos de religião diferente da sua?

Sim, não perdi tempo nomeando os brancos. 

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Como se pode deduzir, o princípio do apartheid é o mesmo do nazismo, assim o abraço dado pelo presidente à deputada nazista, cada vez mais parece se fazer notar por todos os cantos de seu governo.

Nossos enlutados por covid que o digam.

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O que está em disputa no Brasil cada vez fica mais claro. Não é a disputa entre a esquerda e a direita, é a disputa entre a civilização e a barbárie, entre a democracia e o nazismo. 

Com a agravante que a direita brasileira, admitindo ou não, foi quem deu lugar ao nazismo.

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