As eleições das nossas vidas
O que se faz contra o SUS e o MEC não é apenas incompetência. Tem método e objetivo
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
No dia 2 de outubro os brasileiros vão se deparar nas urnas com duas escolhas bastante evidentes em seus significados: civilização ou barbárie. Nisso poderíamos desdobrar para tantas outras contraposições ao bem-estar civilizatório e social, como amor ou ódio; esperança ou desespero; afeto ou desprezo pelo Brasil e ao seu povo. É isso que importa nessas eleições que serão uma verdadeira prova de fogo ao poder de resiliência da sociedade em defesa da democracia e dessa com as intituições democráticas.
O que assistimos no ciclo sinistro desses quatro anos - que irão se encerrar com a força do povo em 31 de dezembro - é um rastro de destruição pura e simples promovido por um governo empenhado sessivamente em destruir tudo que edificamos de valoroso e original no país ao longo de nossa história.
O que se faz contra o SUS e o MEC não é apenas incompetência. Tem método e objetivo. O desmantelamento dos órgãos de transparência e fiscalização da União não tem nenhuma motivação ou propósito ideológico, como nos mostrou a CPI da Covid e os escândalos envolvendo uso indevido e abusivo das relações entre público e privado do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) por interesses escusos.
É corrupção grossa, rasteira e vulgar mesmo, que se esconde por trás de alguma já famosa cortina de fumaça criada pelo presidente que nunca tem culpa de nada.
Também diante das urnas vamos punir todos aqueles que desde 2016 impuseram aos brasileiros uma política de preços draconiana da Petrobras que, na prática, se desnacionalizou com seus produtos e processos de produção dolarizados. Estatais estratégicas, como Petrobras e Eletrobras, devido ao seu caráter estratégico, devem ficar nas mãos dos brasileiros para servir ao desenvolvimento social e econômico do país. Quem propõe a sua entrega a fundos estrangeiros devia ser condenado por crime de lesa-pátria. Todo esse governo estaria no banco dos réus.
E, enfim, num domingo, compareceremos às nossas seções eleitorais ainda sob o peso da pendemia, de nossas perdas; perdas de amigos e familiares. Perda de renda. Tudo caro. Bolsocaro. Sem emprego ou com emprego em que o salário mal dá para comer e pagar o aluguel; precarizado.
Porém, o que nos fará comparecer às urnas neste domingo, 2 de outubro de 2022, é a esperança que nos sustenta, de que dá para gente ser feliz de novo. Todos juntos. Como já vivemos. E não tem muito tempo.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247