Ano no novo para a terra

Vista aérea de área desmatada da Amazônia no Mato Grosso
Vista aérea de área desmatada da Amazônia no Mato Grosso (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)


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Segundo ano da década de 2020

Estamos avançando na segunda década do terceiro milênio.

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Lembro-me de um antigo filme sobre Jesus, em que este, ao subir para o céu, dizia: “de mil passarás, mas a dois mil não chegarás”

É uma afirmação que nunca esteve nas escrituras cristãs, mas, que fez suas vítimas.

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Não foram poucos os que acreditaram que o mundo acabaria antes do ano 2000.

Bem, há 21 anos passamos pelo pretenso fim do mundo.

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Agora, estamos marcados pelo presságio, de novo:

Em 2021 vimos nossos biomas continuarem a ser atacados de forma inclemente.

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Parece a profecia de que, antecedendo o dia do juízo, os elementos ardendo em fogo se desfarão.

Parece… mas, não é!

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Tem a ver com juízo sim, mas com a falta de juízo.

Tem a ver com o descaso dos governantes para com o Planeta.

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Tem a ver com o sistema capitalista, que é, por definição, predador.

E, por que não dizer? Tem a ver com o descaso da sociedade.

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A COP26 que nos diga.

Bem… o ano novo, como se sabe, é marcado por promessas.

Não são poucos os que prometem ao seu deus, ou à família, ou a si mesmos, que farão mudanças significativas em si ou em sua forma de viver.

A humanidade e nós, brasileiros e brasileiras, em especial, temos de prometer que neste ano,  que se inicia, apesar da COP26, nós vamos lutar pelo planeta!

Claro que isso implica em lutar pelos direitos humanos, como um todo.

Mas, comecemos com um passo deveras significativo:

Vamos proteger os biomas.

No caso brasileiro, comecemos prometendo que vamos lutar pela Floresta Amazônica.

Claro que isso significa que continuaremos a lutar contra a politica econômica, ambiental e agrícola desse governo.

Que lutaremos contra a exploração irresponsável do subsolo.

Que lutaremos contra os grileiros e o garimpo predatório.

Que lutaremos contra a expansão da fronteira agropecuária.

Que lutaremos pelo fim do desmatamento.

Que lutaremos contra as madeireiras clandestinas.

Que lutaremos pelos povos da Floresta.

Isto é, que lutaremos pela integridade física e pela demarcação das terras dos povos originários e dos quilombolas, que são os guardiães da Floresta.

E que lutaremos pela derrocada do neonazismo nas eleições, que lutaremos para voltar a não ter medo de ser feliz. Que lutaremos para pôr o companheiro, de novo, lá.

Tudo isso porque queremos um feliz ano novo para nós e para a Terra!

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