A sentença capital: ‘Porque o Michel [Temer] é Eduardo Cunha’
Qual a resposta para tão constrangedora questão que ora nos é colocada e que o país tem que responder, silente e envergonhado, aos olhos do mundo? É um governo (mesmo que interino) ou um bando de gângsteres?

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Foi o que disse Romero Jucá proferindo, em conversa privada [gravada] com um dos operadores da quadrilha que assaltou o poder e a República, a sentença capital que, certamente, se a grande mídia não abafar, virá a selar o fim do interino (e ilegítimo) governo Temer e a completa desmoralização da trama do golpe.
O jornalista Thomas Fischermann, correspondente do jornal alemão 'Die Zeit', indaga se isso é um governo ou uma gangue.
Então, o que vocês acham?
Qual a resposta para tão constrangedora questão que ora nos é colocada e que o país tem que responder, silente e envergonhado, aos olhos do mundo?
É um governo (mesmo que interino) ou um bando de gângsteres?
Eu já havia chamado, em artigo recente, esse governo interino de uma república dos canalhas empestada por gângsteres.
Mas, para além de toda ilegalidade e ilegitimidade, existe a lei.
E a inegável gravidade [dos fatos].
A gravidade dos fatos anuncia uma queda em sequência das peças desse sórdido tabuleiro.
Quem será o próximo a cair - ou a ser preso?
Qual dos arautos e artífices de golpe?
Eduardo Cunha?
Agripino Maia?
Aécio Neves?
Henrique Eduardo Alves?
Paulinho da Força?
Ou o próprio Temer?
Façam suas apostas.
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