A ficção imita a realidade
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Um país tropical virou uma obra de ficção “trash”.
Um monstro dirige o país!
Um vírus em forma de coroa ataca e encurrala o país matando cada vez mais pessoas por dia!
O monstro, que já receitou remédio falso sob o silêncio dos médicos, assiste a isso mentindo sobre as máscaras que atrasariam o vírus e provocando aglomerações que promovem o vírus.
O monstro controla as forças de resistência: o vírus avança como uma sucessão de aluviões enquanto os produtores de anticorpos chegam como em conta gotas.
O comandante das forças de resistência está em submissão vexatória ao monstro, e o sistema de GPS não funciona e os produtores de anticorpos, quando chegam, chegam erraticamente nos centros de contenção do vírus.
O monstro destruiu, economicamente, o país, que, agora não está mais entre as dez maiores economias do mundo, a pior queda em 24 anos; multinacionais abandonam esse país.
O monstro conta com auxiliares eficazes: o dragão da fome, que devora a população diminuindo a resistência ao vírus; outro auxiliar do monstro é o dragão do desemprego que avança sobre os trabalhadores que já estavam subvalorizados e sem direitos.
O povo tenta sobreviver através da solidariedade!
O monstro, com sua diplomacia, expôs o país à pilhéria mundial.
O monstro não liberou 2/3 do orçamento de combate ao vírus.
O monstro acusa os governadores das unidades federativas por tudo, para quem sobrou a administracao dos mortos, e o povo acredita.
O monstro ri!
O monstro promove a destruição dos biomas, e o envenenamento em massa por meio de agrotóxicos.
O monstro apoia e cria condições para todo tipo de violência, inclusive apoia o genocídio de afro-descendentes e indígenas.
O monstro é apoiado pela elite escravista, por milicianos, por banqueiros, financistas, estúpidos empresários, agro-negociantes, militares limítrofes e ignaros, e por religiosos fundamentalistas e corruptos.
O monstro cuida da sua prole que fica cada vez mais rica, sem levar em conta acusações ou investigações, numa prática própria de republiquetas de bananas, afeitas a ridículos tiranos.
O monstro é aconselhado por um bruxo maligno que quer entregar tudo para os estrangeiros e para os apoiadores; pior é que alguns governadores, também, são influenciados pelo bruxo acabando por, de fato, apoiar o projeto destrutivo do monstro.
O monstro controla o inimaginável congresso nacional desse país, que só poderia ser fictício, e conta com um judiciário que pratica o “lawfare” e que é acusado de sustentar o maior escândalo judiciário da história recente.
O mundo assiste estarrecido a derrocada e a dizimação escandalosa de um país que já foi considerado como abençoado por Deus!
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