América latina

Cuba critica visita de Blinken à América Latina como tentativa de "defender os abusos" contra a ilha

Durante sua viagem à Colômbia, Chile e Peru, o secretário norte-americano reafirmou a posição de Washington em relação a Havana

(Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein)


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Actualidad RT - O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, criticou nesta quinta-feira a viagem realizada na América Latina pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken. Segundo ele, Blinken só tentou defender os abusos de Washington contra a ilha. 

Em sua conta no Twitter, Rodríguez destacou que Blinken "veio à América Latina e ao Caribe para tentar defender os abusos contra Cuba". Isso apesar do apelo quase unânime da região pelo fim do bloqueio dos EUA contra a ilha e sua "injusta inclusão na lista de Estados patrocinadores do terrorismo". 

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"Ele poderia respeitar a verdade e não o fez", disse Rodríguez. 

Agenda de Blinken

Nesta semana, Blinken visitou Colômbia, Chile e Peru e teve encontros com os presidentes dessas nações: Gustavo Petro, Gabriel Boric e Pedro Castillo, respectivamente. 

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Na segunda-feira, em uma conferência conjunta com Petro, a imprensa perguntou a Blinken se os Estados Unidos finalmente retirarão Cuba da lista de países que supostamente patrocinam o terrorismo, já que é uma das nações que acompanham a Colômbia como fiadores no diálogo de paz com o Exército de Libertação Nacional (ELN).

"Temos leis claras, critérios claros, requisitos claros, e continuaremos revisando-os conforme necessário, para ver se Cuba continua a merecer essa designação", respondeu Blinken em Bogotá. 

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Por sua vez, Petro declarou: "Isso se chama injustiça e, portanto, na minha opinião, não depende de nós, deve ser corrigido". 

Durante uma reunião na quarta-feira com a chanceler chilena, Antonia Urrejola, Blinken foi mais expedito, afirmando: "Temos que responsabilizar o governo cubano". 

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Em Lima, Blinken participou nesta quinta-feira da sessão plenária da Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), na qual não houve representantes de Cuba, Nicarágua e Venezuela. 

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