Sintet fala em “desgastar” pré-candidatura de Amastha

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet-TO), José Roque, disparou críticas contra o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, e falou em “desgastar” a possível pré-candidatura do chefe do executivo a governador em 2018 “até levar a derrota dele nas urnas”; de acordo com o Sintet, cerca de 1.800 servidores estão paralisados; a Prefeitura fala em 1.000 (35% da categoria); o sindicalista também afirmou que a Justiça do Tocantins é “inerte” e “injusta”; os servidores vão até as “últimas consequências” na mobilização, disse ele

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amastha (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet-TO), José Roque, disparou críticas contra o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, e falou em “desgastar” a possível pré-candidatura do chefe do executivo a governador em 2018 “até levar a derrota dele nas urnas”. De acordo com o Sintet, cerca de 1.800 servidores estão paralisados. A Prefeitura fala em 1.000 (35% da categoria). 

“Que a companheirada de todas as áreas da Educação já bote suas ‘barbas de molho’ para o próximo pleito de governador que vem pela frente, pois ele é uma das candidaturas. Haveremos de travar o desgaste dele até levar a derrota dele nas urnas”, afirmou o sindicalista, durante assembleia da categoria.

Os trabalhadores da educação decidiram continuar a paralisação, mesmo após o prefeito dizer à imprensa que os salários serão descontados e que não haverá negociação. Amastha acusa o sindicato de usar o movimento da Educação de forma “política e violenta”.

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O presidente do Sintet-TO, José Roque, também disse que a Justiça do Tocantins é “inerte” e “injusta”. Segundo ele, os servidores vão até as “últimas consequências” na mobilização. “Embora a truculência por parte da gestão e a inércia da Justiça desse Estado, contra os trabalhadores, contra a comunidade de modo geral, nós temos disposição para continuar a greve. Vamos para o enfrentamento até as últimas consequências”, acrescentou ele, durante entrevista ao site do Cleber Toledo.

Sobre o corte dos pontos dos servidores, o sindicalista disse que vai “recorrer a instâncias superiores”. 

A entidade informou ainda que vai continuar com manifestações e protestos nas ruas da Capital e pediu para que os pais não levem seus filhos às unidades escolares. “Se o aluno sofrer algum atentado a responsabilidade não é dos trabalhadores, pode ser do prefeito, única e exclusivamente do prefeito”, finalizou José Roque.


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