Royalties: Albuquerque sai em defesa de Campos

Líder do PSB na Câmara, o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) reagiu às declarações postadas no site da Assembleia Legislativa do Rio pelo presidente da Casa, o peemedebista Paulo Melo, que taxavam Campos de "irresponsável e radical" e diziam que suas ações são movidas por questões eleitorais no caso da redistribuição dos royalties do pré-sal; "É aquela história de partir para o jogo do tudo ou nada. Apenas dois estados ficaram contra a proposta. Neste caso é jogar para perder”, disse Albuquerque ao PE 247

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Paulo Emílio_PE247- O líder do PSB na Câmara e um dos principais articuladores da pavimentação da possível candidatura presidencial do governador Eduardo Campos no Congresso Nacional, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), deu o tom da reação às declarações postadas pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o peemedebista Paulo Melo. Em nota publicada no site da Casa, os parlamentares cariocas condenaram a proposta de divisão dos royalties do pré-sal, defendida por Campos esta semana em Brasília, e taxaram o governador de irresponsável, radical, além de afirmarem que as ações dele estão sendo movidas por questões eleitorais. “Isto vem de apenas uma pessoa, no caso o presidente da Assembleia. É aquela história de partir para o jogo do tudo ou nada. Apenas dois estados ficaram contra a proposta. Neste caso é jogar para perder. É uma discussão de 15 contra dois”, disse Albuquerque ao PE 247.

Segundo o parlamentar, a proposta da qual o governador pernambucano foi porta-voz teve o consenso de 25 governadores., dos mais diferentes  partidos. “Não tem esta de jogo eleitoral. Foi uma ideia que beneficia quase todos os estados. Tanto que a ideia é boa que acabou sendo encampada pela maioria. A proposta preserva direitos antigos e formaliza junto à União novas regras para a distribuição dos royalties do pré-sal. Para ele,  um dos principais motivos do embate em torno do assunto foi a ausência e falta de diálogo por parte do Governo Federal para debater o assunto junto aos diversos estados brasileiros .

Albuquerque também comentou as declarações do vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, que, segundo o jornal o Estado de São Paulo, teria defendido abertamente a candidatura presidencial de Eduardo Campos durante uma reunião da legenda acontecida em Teresina (PI). “Ele defendeu assim como  95% do partido também defende isto. Mas o próprio Eduardo tem dito que não é o momento para discutir 2014. Continuamos na base do Governo Dilma. A nossa preocupação atual é ajudar o Brasil a crescer, auxiliar  o governo no combate à crise financeira internacional e também contra a inflação que começa  a corroer o povo brasileiro”, declarou.

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Albuquerque disse, ainda, que o PSB não tem intenção de entregar os cargos que ocupa no Governo Federal. “Não estamos fazendo nada que venha a resultar em algo assim. Continuamos na base do Governo Dilma e se ocupamos estes espaços foi por mérito. Temos seis governadores, uma bancada forte e apoiamos a eleição da presidente, diferente de muitos outros que estão lá por razões diferentes”, alfinetou.

 

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