Nordeste eleva popularidade de Dilma

Os recordes de avaliação positiva da presidenta Dilma Rousseff e de seu governo – que alcançaram os melhores resultados do mandato na pesquisa CNI-Ibope divulgada hoje (19) pela ConfederaçãoNacional da Indústria (CNI) - podem ser explicados pela melhora de sua avaliação na Região Nordeste e notícias favoráveis sobre redução de custos da cesta básica e da energia

Nordeste eleva popularidade de Dilma
Nordeste eleva popularidade de Dilma (Foto: Roberto Stuckert Filho)


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Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os recordes de avaliação positiva da presidenta Dilma Rousseff e de seu governo – que alcançaram os melhores resultados do mandato na pesquisa CNI-Ibope divulgada hoje (19) pela ConfederaçãoNacional da Indústria (CNI) - podem ser explicados pela melhora de sua avaliação na Região Nordeste e notícias favoráveis sobre redução de custos da cesta básica e da energia. A presidenta também passa a imagem de administradora competente, firme e segura.

 “A presidenta Dilma não era tão forte no Nordeste como era [o ex-presidente] Lula. Mas isso mudou na pesquisa de agora, que mostrou uma avaliação positiva muito forte dela nessa região. Lá, o percentual de pessoas que avaliam o governo como ótimo ou bom passou de 68% para 72%. Na comparação com dezembro do ano passado, a aprovação da maneira de a presidenta governar subiu de 80% para 85%”, explicou o gerente executivo de Pesquisa da CNI, Renato Fonseca.

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Na avaliação do pesquisador, três fatores ajudaram na boa avaliação do governo: “Baixa taxa de desemprego com crescimento da renda; as políticas sociais, que são aprovadas pela grande maioria dos brasileiros; e, embasado também em outras pesquisas, o carisma pessoal da presidenta, que passa uma imagem de administradora competente, firme e segura nas decisões. Esses fatores geram segurança e resultam na avaliação política crescente apontada pelas últimas pesquisas”, explicou Fonseca.

Outro fator que, na avaliação do pesquisador, pode influenciar nas imagens positivas do atual governo e da presidenta foi o crescimento da percepção de que as notícias veiculadas na mídia têm sido favoráveis ao governo. “Notícias como a redução do preço da cesta básica, as garantias dadas contra apagões, a redução da conta de luz e o aumento do salário mínimo representam notícias econômicas boas”, disse.

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“Mais que índices econômicos, valem as boas políticas sociais implementadas pelo governo federal”, complementou, ao lembrar que, “se por um lado mais de 60% desaprovam as políticas de impostos, saúde e segurança, [por outro] saúde e segurança pública não são políticas exclusivas do governo federal".

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