Em Goiás, não teve 'pibinho'

Enquanto o PIB do Brasil avançou apenas 0,9% em 2012, Goiás alcançou 3,8%, e se firma como um dos Estados puxadores do desenvolvimento no Brasil; economia goiana movimentou R$ 112 bilhões no ano passado e continua a apresentar índices de crescimento na produção industrial e geração de empregos; agropecuária, setores de serviço e indústria ajudaram Goiás a superar os números do PIB brasileiro; nos últimos dez anos, apenas em 2004, 2006 e 2007 a economia goiana não cresceu mais do que a nacional

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Goiás 247_ A economia goiana continua a todo vapor e mostra que o Estado é hoje um dos que mais crescem no País. Números divulgados pela Segplan esta semana mostram a força dos negócios em Goiás. Enquanto o Produto Interno Bruno (PIB) brasileiro cresceu apenas 0,9% em 2012, o PIB goiano avançou 3,8% - quase quatros vezes mais que o chamado “pibinho brasileiro”, que vem sendo atacado pela oposição quando o assunto é o governo de Dilma Rousseff.

Nos últimos dez anos, apenas em três anos (2004, 2006 e 2007) a economia goiana não cresceu mais do que a nacional.

A economia de Goiás em 2012 movimentou cerca de R$ 112 bilhões, ante R$ 104,7 bilhões em 2011. Enquanto a agropecuária avançou 5,5% no ano, os setores da indústria e de serviços cresceram 3,5% cada. Em termos comparativos com os sete Estados da federação que realizam este tipo de cálculo, no último trimestre do ano passado, Goiás foi o segundo que mais cresceu (3,5%) ficando atrás apenas do Ceará (3,7%).

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A agropecuária, carro-chefe da economia goiana, registrou forte alta (21%), com safra de 18,3 milhões de toneladas. Devido à demanda do mercado interno e externo, o milho foi o produto que mais contribuiu para este resultado, crescendo 43,3% no último ciclo produtivo e respondendo por um incremento de 178% nas exportações.

Os bons desempenhos do PIB goiano, o crescimento da produção industrial e a geração de empregos também são resultados dos investimentos e incentivos fiscais promovidos pelo governo do Estado no início dos anos 2000.

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O governador Marconi Perillo sempre foi entusiasta da atração de indústrias e investimentos e tem como símbolo em sua história política o esforço para trazer a fábrica da Hyundai para Goiás. Em 1998, quando Perillo venceu a eleição para o governo do Estado o PIB goiano era cerca de R$ 18 bilhões. Hoje bate na casa dos R$ 113 bilhões.

Indústria e serviços

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Com 3,5% de alta acumulada, a indústria goiana obteve o segundo maior crescimento entre os estados brasileiros, ficando atrás apenas da Bahia (4,2%). Os destaques do setor foram a indústria farmoquímica (alta de 17,7%) e de minerais não metálicos (cimento, em especial, com alta de 7,1%). “O setor de alimentos e bebidas, apesar do recuo de 3,3%, voltou a crescer 19% em janeiro deste ano e dá mostras de forte recuperação”, aponta a chefe do IMB, Lillian Prado.

“É importante destacar que nosso crescimento industrial, nos últimos 50 anos, foi baseado praticamente em incentivos fiscais – que possivelmente serão uniformizados pelo governo Federal para por fim à chamada guerra fiscal. Mas, buscando se antecipar a isso, o governo já tem se reunido – com diversos setores – para traçar novas estratégias, novas políticas públicas de incentivo ao crescimento e ao desenvolvimento econômico do Estado”, salienta Vecci.

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O setor de serviços também registrou alta de 3,5%, com destaque para crescimento nas atividades de transporte (14,5%), alojamento e alimentação (3,6%). O comércio varejista goiano expandiu 8,8% em 2012, com maior destaque para o segmento de livros/jornais/revistas (68,9%). “A vinda da Fnac para Goiás foi a grande responsável pelo incremento deste segmento”, disse a chefe do IMB.

Geração de empregos

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Reflexo direto do bom desempenho da economia, Goiás gerou em 2012 um total de 66.230 novas vagas formais. Estes números colocam o Estado em sexto lugar na geração de emprego (números relativos) e quarto em termos absolutos, com alta de 6,1% em seu mercado de trabalho.

As exportações do Estado cresceram 27,3%, enquanto que as importações recuaram 10,54%. Com isso, a balança comercial goiana registrou um superávit de 8,18%, com US$ 7,13 bilhões.

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