Casos de Alckmin e Serra na Odebrecht podem prescrever

O Ministério Público de São Paulo rejeitou um acordo com a Odebrecht para receber provas de pagamento de propinas a políticos em obras do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Dersa e DER (Departamento de Estradas de Rodagem); o resultado prático do impasse com os promotores de São Paulo é que as investigações sobre autoridades dos governos dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, respectivamente o "Santo" e o "Careca" da lista da empreiteira, e da gestão de Gilberto Kassab na Prefeitura de São Paulo devem atrasar ainda mais; há risco de prescrição em algumas ações

O Ministério Público de São Paulo rejeitou um acordo com a Odebrecht para receber provas de pagamento de propinas a políticos em obras do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Dersa e DER (Departamento de Estradas de Rodagem); o resultado prático do impasse com os promotores de São Paulo é que as investigações sobre autoridades dos governos dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, respectivamente o "Santo" e o "Careca" da lista da empreiteira, e da gestão de Gilberto Kassab na Prefeitura de São Paulo devem atrasar ainda mais; há risco de prescrição em algumas ações
O Ministério Público de São Paulo rejeitou um acordo com a Odebrecht para receber provas de pagamento de propinas a políticos em obras do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Dersa e DER (Departamento de Estradas de Rodagem); o resultado prático do impasse com os promotores de São Paulo é que as investigações sobre autoridades dos governos dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, respectivamente o "Santo" e o "Careca" da lista da empreiteira, e da gestão de Gilberto Kassab na Prefeitura de São Paulo devem atrasar ainda mais; há risco de prescrição em algumas ações (Foto: Giuliana Miranda)


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SP 247 - Dez promotores do Ministério Público de São Paulo que investigam corrupção decidiram que não vão assinar um acordo com a Odebrecht para receber provas de que houve pagamento de propina em obras do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Dersa e DER (Departamento de Estradas de Rodagem).

Eles dizem que não endossam o acordo de leniência porque há irregularidades no texto, como a ausência de concordância da CGU (Controladoria Geral da União) e da AGU (Advocacia Geral da União) com os termos acertados, como está previsto na legislação brasileira.

Acordo de leniência é uma espécie de delação, mas da empresa, não de pessoas que se envolveram com suborno.

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Sem endossar os termos do acordo, os promotores não receberão as provas que fazem parte do trato e que serviriam para sustentar ações contra aqueles que são apontados pela Odebrecht como recebedores de propina.

O resultado prático do impasse com os promotores de São Paulo é que as investigações sobre autoridades dos governos de Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do PSDB, e da gestão de Gilberto Kassab na Prefeitura de São Paulo devem atrasar ainda mais. Há risco de prescrição em algumas ações. Alckmin, Serra e Kassab negam ter recebido suborno da Odebrecht.

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A ilegalidade no acordo de leniência da Odebrecht foi apontada em decisão do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, que julga os recursos de decisões do juiz Sergio Moro. O TRF analisava um pedido da União para que a Justiça mantivesse o bloqueio de bens da empresa.

Apesar dessas divergências, tanto os promotores quanto a própria Odebrecht cogitam a negociação de um acordo paralelo à leniência.

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As informações são de reportagem de Mario Cesar Carvalho na Folha de S.Paulo.

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