(Vídeo) Damares pede censura de filme da Netflix, não comenta piada sexista de Bolsonaro e defende gravidez de criança estuprada
A ministra Damares Alves defendeu a censura ao filme francês “Lindinhas”, na Netflix, ao apontar erotização precoce de meninas. Também se recusou a comentar sobre a piada feita por Jair Bolsonaro em uma live, expondo uma garota de 10 anos. A ministra defendeu, ainda, que a menina estuprada pelo tio dos seis aos dez anos no ES deveria ter levado a gravidez adiante
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247 - A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu a censura ao filme francês “Lindinhas” (“Mignonnes”), na Netflix, ao apontar erotização precoce de meninas. Durante o programa Conversa com Bial, o apresentador citou a piada eita por Jair Bolsonaro em uma live, expondo uma garota de 10 anos. "Você deu um pito nele ou vai dar?", questionou ele.
Damares afirmou que não viu a cena. Para a ministra, Bolsonaro "é um homem que luta contra todos os tipos de erotização de criança, de banalização da pedofilia, de banalização da pornografia infantil".
Bial pergunta se ela gostaria de ver naquele momento. "Eu quero assistir ela inteira, e parece que ela foi longa. Eu não gostaria de assistir agora", disse.
A ministra também defendeu que a menina estuprada pelo tio dos seis aos dez anos de idade, no Espirito Santo, deveria ter levado a gravidez adiante e feito uma cesárea.
"Eu acredito que o que estava no ventre daquela menina era uma criança com quase seis meses de idade e que poderia ter sobrevivido. Discordo do procedimento do Dr. Olímpio, mas discordo de tudo o que aconteceu em torno dessa criança", continuou.
"Os médicos do Espírito Santo não queriam fazer o aborto, eles estavam dispostos a fazer uma antecipação de parto. Seriam mais duas semanas, não era ir até o nono mês, a criança [não iria] ficar nove meses grávida. Mais duas semanas e poderia ter sido feito uma cirurgia cesárea nessa menina, tiraria a criança, colocaria em uma incubadora e se sobrevivesse, sobreviveu. Se não, teve uma morte digna", completou.
O aborto foi realizado em Recife pelo Dr. Olímpio Moraes Filho, após autorização do juiz Antonio Moreira Fernandes, da Vara de Infância e da Juventude de São Mateus (ES).
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