Justiça nega recurso e mantém prisão preventiva dos irmãos Efromovich na Lava Jato
Juíza da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, negou recurso e manteve a prisão preventiva domiciliar dos irmãos Germán e José Efromovich, sócios da Avianca. José e Germán foram presos na 72ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada há duas semanas
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247 - A juíza da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, negou recurso impetrado pela defesa dos empresários e irmãos Germán e José Efromovich, sócios da Avianca, e manteve a prisão preventiva domiciliar . José e Germán foram presos na 72ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Navegar é Preciso, deflagrada há duas semanas.
Segundo reportagem do blog do jornalista Fausto Macedo, Gabriela Hardt disse que existem “fundados indicativos” de que os empresários tivessem pago propinas ao ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. O objetivo do suborno seria assegurar vantagens para um estaleiro em contratos firmados pela estatal.
“Há fundados indicativos de possíveis atos de Germán Efromovich e de José Efromovich no sentido de corromper agentes públicos e fraudar processos licitatórios da Transpetro, com a finalidade de conquistar contratos milionários em seu favor, os quais acarretaram prejuízos à estatal. Em contrapartida, teria ocorrido pagamento de propinas no decorrer de anos”, escreveu a juíza.
Germán e José Efromovich estão em prisão preventiva domiciliar desde o dia 19 de agosto no âmbito da investigação que apura o suposto pagamento propinas a Sérgio Machado.
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