Aras diz que debandada do grupo da Lava Jato em SP é “questão interna do MP”

O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que a demissão dos procuradores do Ministério Público Federal da Lava Jato em São Paulo “é uma questão interna”. Aras negou qualquer relação da decisão coletiva com a saída de Deltan Dallagnol da coordenadoria da força tarefa em Curitiba

Procurador-geral da República, Augusto Aras 25/09/2019
Procurador-geral da República, Augusto Aras 25/09/2019 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - Após os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) da força tarefa da Lava Jato em São Paulo pedirem demissão coletiva dos cargos na quarta-feira (2), o procurador-geral da República, Augusto Aras, disse ao portal G1 nesta quinta-feira (3) que a PGR não tem relação com a debandada. “É uma questão interna do MP [Ministério Público] de São Paulo”, afirmou.

Interrogado se a decisão dos procuradores não tinha relação com a saída de Deltan Dellagnol da coordenadoria da Lava Jato em Curitiba, Aras negou. “Briga interna no MP de São Paulo”, acrescentou. 

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O grupo de sete procuradores alegou existir "incompatibilidades insolúveis" com a procuradora natural dos casos da Lava Jato, Viviane Martinez, ao pedir demissão. Martinez não atuava diretamente nos processos da força tarefa, acrescenta a reportagem. 

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